Skip to main content

Tradução automática. O inglês é a versão de referência; iremos aprimorando o texto com o tempo. Viu algo para melhorar? Conte para nós.

Advanced

Strokes gained

Also known as: SG

Definition

Strokes gained mede quantas tacadas um jogador ganha ou perde, em relação a um padrão de referência (média do tour, ou grupo de pares), em cada categoria de tacada — do tee, aproximação, ao redor do green, e putting.

Strokes gained é um sistema estatístico para medir o desempenho no golfe, que compara os resultados de um golfista, em cada tacada, ao número esperado de tacadas que um golfista scratch (handicap 0) precisaria, para completar o buraco, da mesma posição. Em vez de contar estatísticas brutas, como fairways acertados ou greens em regulação — que não levam em conta a dificuldade da tacada —, o strokes gained mede a contribuição real de cada tacada, para a pontuação final, em relação à expectativa de referência. Uma tacada que avança de uma situação esperada a levar 3,5 tacadas a mais, para uma situação esperada a levar 2,0 tacadas a mais, representa um ganho de 1,5 tacada, em relação à expectativa, enquanto uma tacada que pousa em problema ganha tacadas negativas.

O strokes gained foi desenvolvido por Mark Broadie, na Columbia Business School, e introduzido nas estatísticas do golfe profissional, no início dos anos 2010, rapidamente se tornando o padrão-ouro para análise de desempenho no golfe, no tour. O sistema tipicamente é dividido em componentes — Strokes Gained: Off the Tee (SG:OTT), Strokes Gained: Approach (SG:App), Strokes Gained: Around the Green (SG:ATG), e Strokes Gained: Putting (SG:Putt) — que conseguem isolar exatamente quais áreas do jogo um jogador ganha ou perde tacadas, em relação a uma referência. Para profissionais do tour, a referência é o desempenho médio do tour; para golfistas recreativos, várias referências ajustadas por handicap podem ser usadas.

Para golfistas recreativos, o pensamento de strokes gained fornece uma percepção acionável, para a priorização de treino. Um golfista que perde 2 tacadas por rodada no putting, e 0,5 tacada por rodada no drive, deveria logicamente alocar mais tempo de treino ao putting do que ao drive — independentemente de quão mais divertido o treino de drive pareça. Strokes gained converte uma alocação emocional ("eu quero bater mais longe") em uma alocação baseada em evidência ("meus dados dizem para trabalhar o pitching").

Beginner tip

Start tracking your shots by category (tee shots, approach shots, chips and pitches, putts) for 5–10 rounds and count how many shots you take from each area. The area with the most shots relative to par expectations is your largest opportunity for improvement. It is where practice time produces the most scoring improvement.

Advanced note

Use a shot-tracking app (Shot Scope, Arccos, or Game Golf) for a full season and review your strokes gained breakdown at season end. The areas where you lose the most strokes relative to your handicap baseline define your practice priorities for the following season. Golfers who follow data-driven practice prioritization reliably improve faster than those who practice by preference.

Example — Aplicativo de rastreamento de tacadas

Um jogador que ganha 2 tacadas por rodada em aproximações, mas perde 1,5 no green, aprende a focar o treino em putting, porque é lá que está a lacuna de pontuação.

How it shows up on video

Strokes gained is a statistical concept measured through shot tracking data rather than observable in individual swing video. However, the areas where strokes are gained or lost can inform which swing elements should be prioritized in video analysis. A golfer who loses the most strokes around the green would benefit from having short game video analyzed most thoroughly. At the same time, one who loses primarily off the tee would prioritize full-swing video review.

Common mistakes

  • Using strokes gained data from a single round — strokes gained results are highly variable round to round. Reliable patterns require at least 20–50 rounds of data before conclusions about areas of strength and weakness can be trusted.
  • Treating strokes gained categories as independent. This means a poor driving result can increase the difficulty of approach shots. This makes it appear that approach is a weakness when the root problem is driving. Categories interact with each other, and causation should be interpreted carefully.
  • Ignoring strokes gained and practicing what feels good — emotional satisfaction from driving practice does not correlate with improvement potential. Data-driven practice allocation reliably produces faster improvement than intuitive allocation.
  • Applying tour-level baselines to recreational golf — the average tour player's strokes gained baseline is not appropriate for calculating recreational golfer strokes gained. Handicap-adjusted databases or apps that use appropriate baselines for each skill level are needed for meaningful recreational analysis.

In SwingVantage Motion Lab

SwingVantage uses strokes gained principles to contextualize swing observations. This means when a golfer's tracked data or stated handicap suggests specific areas of weakness (short game, off the tee), the system prioritizes observations relevant to those areas. The concept informs which swing elements are most worth addressing based on their likely impact on scores rather than on technical interest alone.

Still have a question about Strokes gained? Ask SwingVantage

Related guides & benchmarks

Put this into your swing

SwingVantage can spot this in your own swing — free to start.

See a sample Golf report first